Na traumatologia, a situação era complicada, com os profissionais se desdobrando para atender a um grande número de pacientes vindos de várias localidades do Estado. Para o Simepe, o feriadão prolongado até a próxima terça (24) pode agravar a situação.
"Na verdade, essa situação não é novidade para os médicos e, sobretudo, para o Sindicato dos Médicos que há meses vem dialogando com o Governo do Estado – secretaria de Saúde – e informando sobre a crise nas emergências da rede pública estadual de saúde", diz o trecho de uma nota enviada à Imprensa pela entidade.
"Até quando o Governo do Estado vai continuar fazendo de conta que existe atendimento nos hospitais públicos da rede de estadual de saúde? Até quando vai continuar enganando a população e, principalmente, a mídia que não tem, inclusive, liberdade para entrar nas emergências e ver "in loco" o caos?", questiona o texto.
Na semana passada, os médicos do getúlio Vargas ameaçaram fechar o plantão.
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